“A chama, dentre os objetos do mundo que nos fazem sonhar, é um dos maiores operadores de imagem. Ela nos força a imaginar. Diante dela, desde que se sonhe, o que se percebe não é nada comparardo com o que se imagina. (...) Dorme-se diante do fogo, não se dorme diante da chama de uma vela”
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Fragmentos de uma revolução

Prosseguem os protestos contra o aumento da idade da reforma com 500 escolas secundárias em greve e paralisações nos caminhos de ferro e nas refinarias. Centrais sindicais convocam nova jornada nacional de luta para 19 de Outubro.
Nesta quinta feira, mais de 500 escolas secundárias de França mobilizaram-se, metade das quais paralisaram completamente, num protesto nacional contra o aumento da idade da reforma, segundo a UNL (Union Nationale Lycéenne – União Nacional dos Estudantes do Secundário). Em muitas cidades do país os estudantes desfilaram pelas ruas em manifestações. Em duas escolas dos subúrbios de Paris (Montreuil e Saint-Denis), a polícia reprimiu os estudantes, tendo um jovem de 16 anos ficado ferido, atingido por uma bala de borracha numa vista.
Igualmente prosseguem as greves, iniciadas na terça feira passada, nos caminhos de ferro e nas refinarias.
No caminho de ferro as paralisações continuam, embora com menor adesão. Onze das 12 refinarias francesas, representando mais de 70% da capacidade de refinação da França, estão fortemente afectadas e algumas delas completamente paralisadas. O Governo já autorizou a aberturas das reservas de combustíveis e também a sua importação, perante o risco de falta de abastecimento.
Para este sábado, estão previstas manifestações nas cidades da França.
Na tarde desta quinta feira, seis centrais sindicais (CGT, CFDT, CFTC, UNSA, FSU e Solidaires) convocaram nova jornada nacional de luta com greves e manifestações para a próxima terça feira, 19 de Outubro. A sétima central que tem participado nos protestos (FO – Force Ouvrière) não assinando o apelo, participará na jornada de luta e na mobilização para ela.
Nesta quinta feira, mais de 500 escolas secundárias de França mobilizaram-se, metade das quais paralisaram completamente, num protesto nacional contra o aumento da idade da reforma, segundo a UNL (Union Nationale Lycéenne – União Nacional dos Estudantes do Secundário). Em muitas cidades do país os estudantes desfilaram pelas ruas em manifestações. Em duas escolas dos subúrbios de Paris (Montreuil e Saint-Denis), a polícia reprimiu os estudantes, tendo um jovem de 16 anos ficado ferido, atingido por uma bala de borracha numa vista.
Igualmente prosseguem as greves, iniciadas na terça feira passada, nos caminhos de ferro e nas refinarias.
No caminho de ferro as paralisações continuam, embora com menor adesão. Onze das 12 refinarias francesas, representando mais de 70% da capacidade de refinação da França, estão fortemente afectadas e algumas delas completamente paralisadas. O Governo já autorizou a aberturas das reservas de combustíveis e também a sua importação, perante o risco de falta de abastecimento.
Para este sábado, estão previstas manifestações nas cidades da França.
Na tarde desta quinta feira, seis centrais sindicais (CGT, CFDT, CFTC, UNSA, FSU e Solidaires) convocaram nova jornada nacional de luta com greves e manifestações para a próxima terça feira, 19 de Outubro. A sétima central que tem participado nos protestos (FO – Force Ouvrière) não assinando o apelo, participará na jornada de luta e na mobilização para ela.
FONTE:
http://www.esquerda.net
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Reforma do Estado x Planejamento da vida pessoal
Nós vamos fazer fazer uma profunda reforma no Estado. Controlar os gastos, reduzi-los (nas contas pessoais?!). E vamos dotar esse país de um verdadeiro planejamento. Nós somos um país que não tem planejamento. (não tem planejamento para o povo, uma vez a vida pessoal deles esta muito bem planejada).
FONTE: Sérgio Guerra - Presidente do PSDB, no blog do Josias:http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
..Sobreviver no sistema...
Quando eu era uma menininha eu brincava de esconde - esconde, elástico, corda, amarelinha, na adolescência jogava futsal, cresci e não percebi, quando vi estava na faculdade conhecendo a liberdade, agora sou mulher e agora? O que tenho que fazer? Trabalhar, batalhar para ser? Ou batalhar, trabalhar para existir? A vida nos ensina a ser, a existir e a batalha e o trabalho a sobreviver no sistema...
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Por um Brasil mais inteligente!

O vale será similar ao já conhecido tíquete-alimentação. Trata-se de um cartão magnético, com saldo de até R$ 50,00 por mês, por trabalhador, a ser utilizado no consumo de bens culturais. As empresas que declaram Imposto de Renda com base no lucro real poderão aderir ao Vale-Cultura e posteriormente deduzir até 1% do imposto devido. O valor do vale leva em consideração o orçamento familiar do trabalhador e possibilitará o consumo de bens culturais sem onerar o beneficiado.
Os trabalhadores que ganham até cinco salários mínimos arcarão com, no máximo, 10% do valor (R$ 5,00). Os que ganham mais de cinco salários mínimos também poderão receber o benefício, desde que garantido o atendimento à totalidade dos empregados que ganham abaixo desse patamar. Para esse contingente de salário mais elevado o desconto do trabalhador poderá variar de 20% a 90%. Estima-se que, cerca de 12 milhões de brasileiros poderão ser beneficiados pelo Vale-Cultura.
Estimativas do Ministério da Cultura mostram que o Vale-Cultura pode aumentar em até R$ 600 milhões/mês ou R$ 7,2 bilhões/ano o consumo cultural no país. Além disso, terá o potencial para fortalecer as cadeias produtivas da Economia da Cultura, por meio da geração de renda, trabalho e emprego em setores mais do setor cultural.
O Projeto de Lei que implementa o Vale-Cultura nasceu de estudos realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostram a exclusão cultural no Brasil: apenas 14% da população brasileira vai ao cinema regularmente, 96% não frequenta museus, 93% nunca foi a uma exposição de arte e 78% nunca assistiu a um espetáculo de dança.
Como a empresa não será obrigada a conceder o Vale-Cultura, o MinC aposta nas parcerias e benefícios concedidos para fortalecer a iniciativa. De um lado, estão as empresas de lucro real, que podem deduzir até 1% do Imposto de Renda devido, de outro estão diversas as centrais sindicais que já demonstram a intenção de incluir nas negociações coletivas o Vale-Cultura.
Lei Rouanet – Os incentivos fiscais (1% do Imposto de Renda devido) concedidos às empresas de lucro real que optarem pelo Vale-Cultura não concorrem com os benefícios concedidos via Lei Federal de Incentivo à Cultura. Uma empresa que desconta, por exemplo, 4% para a Lei Rouanet poderá apoiar a Cultura também por intermédio do Vale-Cultura. São políticas que se complementam no esforço de diminuir a exclusão cultural no Brasil. A partir da implementação do vale as empresas poderão apoiar paralelamente a produção e o consumo de bens culturais.
(Texto: Grazielle Machado, Ascom/MinC)
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